
Certa vez eu ouvi que quando trata-se do coração, nós temos dois caminhos a seguir: a razão ou a emoção. A grande questão que reina é: Qual o certo a fazer?
Analisando o quesito emoção, ele encontra-se vantajosamente sobre a razão. Por mais injusto que possa soar, não é muito opcional. Diferentemente da razão, a emoção é incontrolável, forte e egoísta, baixando absurdamente a capacidade de moldar-se a razão. A mente encontra-se estagnada e o coração implora para ser seguido.
São nesses momentos, de emaranhados de sentimentos, que a razão aparece, obrigando-nos a refletir sobre os atos egoístas do coração. Por mais que tentemos negar, seguir a razão, na maioria das vezes, é o correto a fazer. Mas, inesperadamente, transparece seu maior diferencial… O podar da felicidade.
Agora, novamente eu questiono: Qual o certo a fazer?
Infelizmente essa dúvida tende a permanecer, já que o conceito “certo ou errado” é extremamente relativo. Então, há apenas um modo de tentar solucionar esse problema… Procurando a felicidade. A vida parece sempre nos impor regras, então por que, afinal, não quebrá-las? Pensamentos podem podar atitudes e o arrependimento é intrometido o suficiente para situar-se vagarosamente em nossas mentes. Por isso, temos que fazer de tudo para alcançarmos a felicidade, sem nos importarmos com as regras obrigatória entre razão ou emoção.
Afinal, independente do caminho escolhido, o coração sabe onde encontrar a felicidade
Nenhum comentário:
Postar um comentário