sábado, 26 de junho de 2010


Músicas que fazem pensar, dançar, correr, chorar, gritar, sorrir, beijar, falar, escutar, sentir. Músicas que trazem alegrias, tristezas, desconfianças, memórias, lembranças, momentos. Músicas que levam embora a solidão, o sofrimento, a dor, a tristeza. Músicas que nos permitem sermos livres, leves, soltos. Que nos prometem dias melhores, um amor perfeito, uma vida melhor. Músicas que dizem mais do que palavras comuns. Músicas que nos inspiram. Músicas de uma vida.♥

sexta-feira, 25 de junho de 2010


Quanto tempo você vai precisar para entender que muitas vezes a vida te da poucas oportunidades, que é melhor você demonstrar carinho e dar valor enquanto pode. Quanto tempo você vai precisar pra aprender que muito obrigada, com licença e me desculpe, são frases que não custam nada e fazem a diferença. Enfrente desafios, se supere e se conheça. Aprenda que um abraço sincero vale mais do que muitas palavras e que um beijo sem carinho não tem valor nenhum no final. Que homens não precisam de motivos para trair, só precisam de alguém. Preste atenção nas pessoas que estão ao seu lado, e pare de dar tanto valor a pessoa que não te merece, para isso comece a dar valor em si mesma. Ame, mas saiba que provavelmente ira sofrer por isso. Acredite em alguém e desconfie também. Se cansar de tudo? Descanse e depois recomece! Mas não perca tempo, pois a vida é uma só! :D

terça-feira, 22 de junho de 2010


Eu nunca pensei encontrar-me nesta situação. Nunca pensei que seria tão difícil analisar meus sentimentos. É diferente de tudo que já senti, ou pensei ter sentido. O desespero tomou-me conta fazendo com que eu tentasse encontra-lo. O fiz. Analisei-o de todos os modos. Mas, de qualquer forma, não consigo citar característica alguma, pois sinto como se não tivesse encontrado nenhum tipo de sentimento. É como algo inteiramente vago, que não permite descrição.

De certo modo soa-me como algo bom, pois não causa nenhum tipo de ferida ao coração, que uma vez machucado, encontra-se vulnerável a qualquer tipo de ferimento. Mas, ao mesmo tempo, confunde a minha mente que anseia por respostas a todo tempo. Talvez esse sentimento tenha surgido, pela absurda colisão entre a mente e o coração, que se desencontram a todo segundo. É como uma indecisão contemplada, que de tanto oscilar entre duas opções, colidiram causando a inexistência de ambos.

Esse vazio cresce a todo instante e felizmente parece trazer consigo um conforto excepcional. Por um segundo, quando minha mente acalmou-se, notei que a resposta estava exatamente no local onde evitei analisar: no coração. Ao contrário das outras poucas vezes que o analisei, ele encontrou-se inteiramente cansado. Tanto de sofrer, quanto de amar. Finalmente pude perceber que a mente e o coração pararam de colidir, concluindo juntos que o próprio coração tem apenas um desejo… Ser livre.
Hoje não vou por duas coisas no blog, uma sobre a minha vida e outro texto normalzinho, como eu sempre posto.
Bom, eu estou gostando de um garoto lá da escola e eu estou tentando esquecer ele, mais namoral não consigo ;s
Contei pra um amigo dele, por que ele poderia me ajudar né, e pedi para ele não contar pra ninguém e o idiota me fez o favor de contar pra ele, ele me chamou no canto e me perguntou se eu gosto dele, fiquei toda sem graça e disse que "sim", depois disso ele começou a tacar bolinha de papel em mim /coisadecriança, e falou comigo a 5 minutos atrás no msn, eu sou MUITO idiota, ele disse" você quer me dar uns pega né" eu falei 'não". CARAAAAAAAAAALHO nem acredito que eu falei não, a única chance disperdiçada ;s
Eu vou conseguir esquecê-lo, sei que vou (yn)

segunda-feira, 21 de junho de 2010


Não conseguia se lembrar da última vez em que estivera verdadeiramente feliz, quando alguém ou algo a fazia rir tanto que seu estômago a incomodava e seu maxilar doía. Sentia falta de ir para cama à noite sem absolutamente nada na cabeça, sentia falta de apreciar a comida, em vez de comer ser apenas algo que precisava enfrentar a fim de continuar viva, detestava as contrações na barriga cada vez que se lembrava de Gerry. Sentia falta de apreciar seus programas de televisão favoritos, em vez de apenas assisti-los sem interesse, somente para passar as horas. Detestava não ter motivo algum para acordar; detestava a sensação que tinha quando acordava. Detestava não sentir excitação alguma e não ter nada por que ansiar. Sentia falta de ser amada, de saber que Gerry a estava observando enquanto ela assistia à televisão ou comia seu jantar. Sentia falta dos olhos dele sobre ela quando entrava em um cômodo; sentia falta dos seus toques, seus abraços, seus conselhos, suas palavras de amor.
(P.S. Eu Te Amo)

domingo, 20 de junho de 2010

Prometi...


...ser forte e aceitar as suas decisões, prometi a mim mesma que iria te esquecer, mais que caso isso não acontecesse ninguém saberia. Eu gritaria em silencio, me machucaria sozinha, choraria escondida, mais ninguém saberia porque para todos você estaria morto, menos pra mim, menos dentro de mim. Mais não consigo, isso é mais forte que eu, não consigo sofrer em silencio sem que alguém saiba, não consigo escrever coisas para você e deixar preso em minha própria mente. Não consigo, acredito que é porque ainda tenho esperança de que algum dia você verá tudo que já passei, tudo que já sofri, todas minhas ilusões rasgadas e voltará me querendo pra sempre. Mais isso não vai acontecer, por isso sigo acreditando, pra não deixar que a última chama da fé se apague em meu coração.

sábado, 19 de junho de 2010

Se o pra sempre não existir...


... vamos fazer valer o hoje. Vamos beijar mais, rir mais. Preocupar-nos menos, dizer eu te amo mais vezes, mas sinceramente; não vamos nos irritar por bobagens. Deixar as coisas materiais de lado, tomar um banho de chuva, jogar vídeo game mais uma vez, tomar sorvete, andar descalço, ir em um balanço, talvez no circo. O importante não é o tempo que se tem pra viver, mas sim o tempo que se vive.

quarta-feira, 16 de junho de 2010


É difícil assumir que não anseio por mudanças, independente da gravidade de meu erro. Custa-me imaginar algo distinto. A razão encontra-se entorpecida diante dos meus olhos, fazendo com que eu tenha a noção nítida que o equilíbrio do correto não me traria absolutamente nenhuma felicidade. Em momento algum consigo imaginar-me diante de sua ausência. O arrependimento tomaria conta da minha mente, por saber que o sofrimento foi inteiramente opcional. Infelizmente, tenho plena consciência do seu efeito sobre mim e sei o quão rápido a ausência se transformaria em sofrimento. Viver somente de lembranças me traria uma angústia constante e um desejo insano a todo instante. Se possível, mais insano do que já situa-se.

Às vezes sinto meu coração algemado, inteiramente dependente de você, apenas esperando que você livre-se da indecisão e resolva o que fará com ele. Tudo isso traz à minha mente um turbilhão de emoções e sentimentos, que debatem-se para chegar a uma conclusão. No fundo, sei que não seria correto dizer que não possuo uma conclusão, já que, dês do início ela situou-se fixamente dentro de mim. A dolorosa verdade é que essa conclusão não me satisfaz e esforço-me para encontrar algo que situe-se mais facilmente. Enquanto não a encontro, mantenho-me com a que me resta, torcendo para que ela, por mais difícil que pareça, leve-me diretamente ao lugar insanamente desejado. Você.

terça-feira, 15 de junho de 2010


A vida me ensinou a sorrir pras pessoas que não gostam de mim pra mostrá-las que sou diferente do que elas pensam, aprender com meus erros, afinal eu posso ser sempre melhor. A lutar contra as injustiças, a ser carinhosa com todos que precisam do meu carinho, ouvir a todos que só precisam desabafar, amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos, perdoar incondicionalmente pois já precisei desse perdão, amar incondicionalmente pois também preciso desse amor. A alegrar a quem precisa, a pedir perdão, a aproveitar cada instante de felicidade, a chorar de saudade sem vergonha de demonstrar, a ver o encanto do pôr-do-sol, sempre lutar para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser, a abrir minhas janelas para o amor, a não temer o futuro. Ensinou-me e está me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Lágrimas...


...não são simples gotas de água. Vêm da alma, da dor que sente sua alma e seu coração quando seu amor se cansa de lutar, quando sua alma chora por dentro e faz um mar imenso que sai por seu reflexo, pelos olhos que são o espelho da alma. É difícil aguentar tanta dor, tanta mentira, tanta decepção, tantos sonhos rompidos, tantas ilusões pisoteadas, aquele amor frustado, carícias perdidas, tanta injustiça e tantas feridas que doem como uma espada atravessando o coração e dói tanto por dentro e por fora . Deve-se ter um sorriso materializando a falsa alegria porque poucas coisas te fazem sorrir quando sua alma está esgotada, mas há uma luz que nunca se apaga porque a esperança continua viva.

domingo, 13 de junho de 2010


Certa vez eu ouvi que quando trata-se do coração, nós temos dois caminhos a seguir: a razão ou a emoção. A grande questão que reina é: Qual o certo a fazer?

Analisando o quesito emoção, ele encontra-se vantajosamente sobre a razão. Por mais injusto que possa soar, não é muito opcional. Diferentemente da razão, a emoção é incontrolável, forte e egoísta, baixando absurdamente a capacidade de moldar-se a razão. A mente encontra-se estagnada e o coração implora para ser seguido.

São nesses momentos, de emaranhados de sentimentos, que a razão aparece, obrigando-nos a refletir sobre os atos egoístas do coração. Por mais que tentemos negar, seguir a razão, na maioria das vezes, é o correto a fazer. Mas, inesperadamente, transparece seu maior diferencial… O podar da felicidade.

Agora, novamente eu questiono: Qual o certo a fazer?

Infelizmente essa dúvida tende a permanecer, já que o conceito “certo ou errado” é extremamente relativo. Então, há apenas um modo de tentar solucionar esse problema… Procurando a felicidade. A vida parece sempre nos impor regras, então por que, afinal, não quebrá-las? Pensamentos podem podar atitudes e o arrependimento é intrometido o suficiente para situar-se vagarosamente em nossas mentes. Por isso, temos que fazer de tudo para alcançarmos a felicidade, sem nos importarmos com as regras obrigatória entre razão ou emoção.

Afinal, independente do caminho escolhido, o coração sabe onde encontrar a felicidade

sexta-feira, 11 de junho de 2010


Em certos momentos da vida, certas situações nos proporcionam uma pausa. Uma pausa causada pela própria mente, em frente a situações pequenas, que nos fazem amadurecer e enxergar com outros olhos as pessoas que nos rodeiam. Chega uma hora em que essa maturidade nos surpreende, fazendo com que aprendamos a lidar com as dificuldades da vida, sem acreditarmos o quanto éramos capazes de enfrentá-las. O mais surpreendente é olhar para os lados e perceber que essa maturidade nos proporcionou valorizar as pessoas que nos apoiam, nos valorizam, nos ajudam, nos incentivam e demonstram que dariam um mundo por você. Essas pessoas são como anjos, que nos fazem sorrir mesmo quando queremos chorar. Nos conhecem como ninguém e só por um olhar, sabem exatamente o que se passa, na mente e no coração. Elas nos protegem e provam a cada dia, que estarão ao nosso lado dispostas a aplaudirem nossas vitórias e segurar-nos no nosso fracasso. Esses anjos tão valiosos, chamam-se amigas.

quinta-feira, 10 de junho de 2010


É incrível como alguns segundos e silêncio faz nossa mente vagar incondicionalmente por todos os lados e situações possíveis. Hoje, em um dos meus inúmeros devaneios diários, após o término de um livro, minha mente situou-se exatamente na dúvida em que a autora deixara, sobre início, meio e talvez sobre a inexistência do fim.

Se analisarmos, as situações que vivenciamos ou até mesmo a vida realmente não apresenta, ao certo, um fim. Basicamente pelo fato que trazem consigo um novo começo, e vice-versa. A vida não nos permite notar, momentaneamente, quando algo começa ou termina, as coisas simplesmente acontecem sem que percebamos sobre a situação que nos é imposta. Apenas quando já vivenciamos um novo começo e as conseqüências do término repercutem que conseguimos identificar o seu início, seu meio, mas novamente sem seu fim, já que hipoteticamente ele é o novo começo.

Creio que, independente da duração desse devaneio, eu não consiga chegar a uma conclusão. Até mesmo porque o fim é inexistente.

quarta-feira, 9 de junho de 2010


Um dia me disseram que “quanto mais alto é o vôo, maior a queda”. Ao analisar a frase, custei a encaixar-me em suas palavras, que para mim, sinceramente não faziam sentido algum. Questionei-me, com a curiosidade aguçada, para descobrir o porquê desse sentimento de não-concordância. Instantaneamente, cheguei a uma resposta.
Por mais insegura que um dia eu venha a ter sido, hoje, eu posso afirmar que não tenho medo de voar. Com o tempo, aprendi que nada é válido se não soubermos tirar o maior proveito do que a vida nos apresenta. Independente do resultado que venha a obter. Passei a agir por mim mesma e convenci-me que toda aquela história de destino não passa de uma desculpa para deixar as coisas acontecerem em vez de fazer com que elas aconteçam. Creio que o amadurecimento tenha me trazido à visão de que ficar devaneando sobre o que a vida me trará não me levará a lugar algum. Simplesmente tenho que abrir as asas e voar, para descobrir as surpresas suntuosas que em meu caminho virão. Voar não é para qualquer um, cabe somente a você optar ter asas ou não. De qualquer modo, adaptaremos o ditado a nosso modo: “quanto mais alto é o vôo, mais bela a vista”, basicamente.